O IBFT parece simples no papel: validadores fixos, finalização instantânea, governança previsível. Na produção, a história muda rapidamente. - As rotações dos validadores são frágeis: coordenação multipartido, arquivos de gênese alinhados, um nó desatualizado pode travar a cadeia. - A vivacidade quebra facilmente: configurações incorretas, firewalls ou latência entre DCs podem reduzir o quórum e interromper a finalização. - Mudanças de parâmetros = mini hard forks: limites de gás, tempo de bloco, contagem de validadores, todos requerem ensaios, aprovações e lançamentos cuidadosos. Além dos custos fixos contínuos: exploradores personalizados, backups, inconsistências em RPC, scripts DevOps manuais, governança multi-org. Muito rapidamente, uma cadeia Besu privada parece rodar um pequeno L1 sozinho, sem segurança compartilhada ou atualizações suportadas pelo ecossistema. E para a maioria das equipes de TI corporativas, esse modelo não escala. CDK Enterprise é a atualização que simplifica tudo Sem malabarismo com validadores, sem manutenção de consenso, sem deriva de protocolo, sem infraestrutura quebrada. Você herda atualizações alinhadas ao Ethereum, ferramentas estáveis e padrões comprovados de infraestrutura. Quando necessário, a interoperabilidade pode ser habilitada via @Agglayer, sem adicionar complexidade operacional. Saiba mais sobre a CDK Enterprise →
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