Uma das principais questões macro atualmente é como conciliar o crescimento acelerado com o aumento do desemprego. -Crescimento do PIB do terceiro trimestre 1,1% (QoQ), -Taxa de desemprego +30 pontos base. Voltando a 1980, esse crescimento só ultrapassou 1% no segundo trimestre e a UE subiu >20 pontos base.
O segundo trimestre de 1992 foi o outro trimestre. Esse foi um clássico período de "recuperação sem desemprego" após a recessão do início dos anos 90 (a LFPR disparou à medida que trabalhadores desanimados retornavam ao mercado de trabalho). Parece que uma dinâmica semelhante está acontecendo hoje. Claro, a IA é outra possível explicação. É difícil imaginar que a IA não esteja desempenhando um papel fundamental em atrasar planos de contratação (ou seja, mercado de baixa contratação). Em qualquer dos casos (assumindo que o PIB não seja revisado agressivamente para baixo), a produtividade está prestes a disparar (isso viu nos dados de hoje).
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