ÚLTIMA HORA: O meio de comunicação da oposição iraniana Iran International afirma que uma revisão interna das informações de fontes próximas ao Conselho Supremo de Segurança Nacional do Irã, à presidência, à IRGC, ao pessoal médico e a testemunhas oculares indica que pelo menos 12.000 pessoas foram mortas durante os protestos, chamando-o de o episódio mais mortal na história moderna do Irã.
Desde 1 de janeiro, a Faytuks Network registou um total de 120 eventos, incluindo 18 massacres, com pontos críticos em Teerão, Ilam, Kermanshah, Khorramabad e Mashhad.
Veja os dados completos aqui:
9 locais tiveram manifestantes que foram vistos armados desde 1 de janeiro (azul)
52 vídeos de incêndios desde 1 de janeiro (verde)
14 confrontos violentos desde 1 de janeiro (vermelho)
9 eventos adicionais que não se encaixam nos primeiros quatro (cinza)
Relatórios da TIME, Iran International, BBC e HRANA indicam que várias milhares de pessoas foram mortas durante os protestos em Teerão nos dias 8 e 9 de janeiro. Todas as fontes citadas, assim como a televisão estatal iraniana, afirmam que a esmagadora maioria dos mortos eram manifestantes civis desarmados.
Um apagão de internet em todo o país, imposto a partir de 8 de janeiro, restringiu severamente a reportagem independente, dificultando a verificação da escala dos protestos ou das vítimas ocorrendo após o corte das comunicações.
ÚLTIMA HORA: O NYT reporta que a lista de alvos dos EUA é mais ampla do que anteriormente relatado, e que alvos relacionados com nucleares foram considerados.