isto não é nada preciso, a propósito. Eu li o ensaio dela sobre o filho. Os pais dela eram além de sádicos no seu controle e restrição. É genuinamente de partir o coração ler. O meu palpite é que ela (de forma razoável) já não consegue distinguir limites saudáveis da insanidade do controle extremo dos pais. Para ela, quaisquer limites de qualquer tipo evocam o trauma severo que ela experienciou. Mas isso não significa que ter limites saudáveis seja a mesma coisa que o que os pais dela fizeram.