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Astronomy Vibes
Sua fonte diária de notícias #astronomy, avanços cósmicos e maravilhas do céu noturno.
🚨 Já vimos cometas antes. 3I/ATLAS é diferente.
Temos acompanhado 3I/ATLAS de perto — e justo quando parecia familiar, nos surpreendeu novamente. Novas imagens revelam um jato estreito, voltado para o Sol, que se estende por quase 400.000 quilômetros, muito mais longo e nítido do que qualquer coisa que normalmente vemos em cometas.
É aqui que fica estranho. Se esse brilho fosse causado por poeira comum de cometa, ele não deveria existir. Pequenos grãos de poeira são empurrados pela luz solar quase imediatamente. Eles não conseguem sobreviver a uma jornada tão longa em direção ao Sol. Para explicar o que estamos vendo, as partículas devem ser muito maiores que a poeira típica, pesadas o suficiente para resistir à pressão solar — mas não muito grandes, ou o gás escapando do objeto não conseguiria transportá-las de forma alguma. É um equilíbrio incrivelmente apertado.
Ainda mais perturbador é a precisão. O jato é fortemente focado, como se material estivesse sendo liberado de uma pequena mancha específica na superfície. Cometas naturais geralmente se comportam de forma caótica. Isso não faz. Parece organizado. Controlado.
A física ainda pode explicar o que vemos — mas só de forma muito pequena. Um detalhe chave ainda falta: a velocidade do jato está se movendo. Se for rápido demais, a explicação do cometa natural pode não funcionar mais.
Como Erwin Schrödinger disse certa vez,
"A tarefa não é ver o que ninguém viu, mas pensar o que ninguém ainda pensou, sobre o que todos veem."
E agora, todo mundo está assistindo 3I/ATLAS... mas ninguém tem certeza do que realmente é. 👀
#3IATLAS #3Iatlascomet #interstellarobject



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A física quântica está reescrevendo tudo o que sabemos sobre a realidade, até mesmo o significado da morte. No fundo do estranho mundo das partículas subatômicas, pesquisadores descobriram que tempo, espaço e matéria se comportam de maneiras que desafiam o senso comum. Partículas podem existir em dois lugares ao mesmo tempo, mudar de comportamento quando observadas e até parecer ser influenciadas por eventos futuros. Nesse quadro estranho, a consciência não é apenas uma testemunha passiva, pode ser uma parte fundamental de como a realidade se forma.
Isso levou alguns cientistas e filósofos a uma ideia ousada: e se a consciência não terminar quando o corpo terminar? Teorias como o biocentrismo sugerem que a consciência não é um produto do universo, mas sua própria base, uma força criativa que molda a própria realidade. Dessa perspectiva, a morte não é um ponto final, mas uma mudança, como mudar de frequência em um campo cósmico infinito. O eu pode não desaparecer, mas sim se mover para outro nível de existência dentro da paisagem quântica.
Até mesmo o tempo parece perder seus limites na física quântica. Alguns experimentos mostram que partículas podem "decidir" seu estado depois do fato, como se o tempo pudesse fluir para trás e para frente. Se isso for verdade, talvez a vida também não seja linear. A morte poderia ser menos um final e mais uma transformação, uma passagem para outra camada da realidade além da nossa percepção atual. No universo quântico, finais podem ser simplesmente começos disfarçados. 🌌
Fonte: Grupo de Pesquisa em Fundamentos Quânticos & Journal of Theoretical Physics, 2025.

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Novas pesquisas mostram que o universo *não é* uma simulação.
Não pode ser.
Um estudo inovador de físicos da Universidade da Colúmbia Britânica em Okanagan mirou diretamente na popular "hipótese da simulação", argumentando que nosso universo não pode ser uma simulação computacional — nunca.
A equipe combinou física, lógica e matemática para explorar se a realidade poderia ser construída a partir de regras computacionais brutas, como sugerido por algumas teorias da gravidade quântica.
A conclusão deles?
A realidade contém verdades que nenhum algoritmo, por mais avançado que seja, poderá replicar. Baseando-se no teorema da incompletude de Gödel, eles argumentam que alguns aspectos do universo — conhecidos como verdades de Gödel — são fundamentalmente indecidíveis por qualquer sistema baseado em computador.
Isso desafia uma das questões mais ousadas da filosofia e ciência modernas: Estamos vivendo em um universo simulado? Segundo os autores do estudo, mesmo que um ser superinteligente construísse uma simulação, ele ainda seria limitado por processos algorítmicos. Mas nosso universo, dizem, não é totalmente algorítmico. Isso significa que não pode ser simulado—nem agora, nem nunca. Como explica o coautor Dr. Lawrence Krauss, qualquer verdadeira "teoria do tudo" deve ir além da computação. Os blocos de construção do espaço e do tempo, ao que parece, podem ser reais demais para serem falsificados.
Fonte: Smilga, W., & Krauss, L. (2025). Consequências da indecidibilidade na física sobre a teoria do tudo. Journal of Holography Applications in Physics.

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